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Os quatro cineastas emergentes por trás dos curtas do MAMI Select: Filmed on iPhone deste ano usaram o iPhone?17 Pro?Max, junto com o MacBook?Pro com M5 e o iPad?Pro com M5, para construir linguagens cinematográficas distintas.
Criativos 07 de maio de 2026
Ao contar as histórias de um romance clandestino nas ruas de Mumbai, da divindade e da humanidade em Kerala, de um jovem deslocado navegando pelas vibrantes praias de Goa e de uma mulher bengalesa aterrorizada com a possibilidade de perder a voz, os autores emergentes incluídos no programa MAMI Select: Filmed on iPhone deste ano, da Mumbai Academy of Moving Image (MAMI), usaram o iPhone?17 Pro?Max para criar curtas-metragens com linguagens cinematográficas próprias.
“A produ??o cinematográfica hoje é sobre vis?o, e o iPhone torna possível que qualquer pessoa com uma voz forte crie algo significativo”, diz o roteirista e diretor Sriram Raghavan, cujo longa de 2018, Andhadhun, é um dos filmes indianos mais premiados da última década.
Raghavan atuou como mentor no programa deste ano, ao lado de outros nomes de destaque da indústria, como Chaitanya Tamhane, Dibakar Banerjee e Geetu Mohandas, vencedores de prêmios do National Film Awards da índia, do Asian Film Awards, do Festival Internacional de Cinema de Veneza e do Festival de Sundance, entre outros. Para produzir seus curtas, os cineastas Shreela Agarwal, Ritesh Sharma, Robin Joy e Dhritisree Sarkar exploraram o sistema de cameras Pro, os recursos de vídeo de nível cinematográfico e as funcionalidades avan?adas do iPhone?17 Pro?Max, além de contar com o MacBook?Pro com M5 e o iPad?Pro com M5 como suporte adicional. Assista aos quatro curtas no canal do MAMI no YouTube.
“As possibilidades que o iPhone abre, em termos de coreografia, movimento e facilidade de acesso, est?o redefinindo a forma de arte”, diz Tamhane, cujos longas Court (2014) e The Disciple (2020) foram reconhecidos no Festival de Veneza. “Ele ajuda a expandir a ideia do que um filme pode ser.”
Com o curta Seeing Red, do ano passado, ultrapassando um milh?o de visualiza??es no YouTube e Kovarty conquistando o prêmio de Melhor Curta-Metragem no Bengaluru International Short Film Festival, o diretor do MAMI Mumbai Film Festival, Shivendra Singh Dungarpur, acredita que o programa está gerando um efeito em cadeia. “O fato de esses filmes terem sido capturados com o iPhone inspirou centenas de pessoas a sair por aí e come?ar a fazer curtas-metragens”, afirma. “Isso está criando uma nova gera??o de cineastas.”
Agora em seu terceiro ano, o MAMI Select: Filmed on iPhone mostra como novas ferramentas est?o transformando n?o apenas a forma como os filmes s?o feitos, mas também quais histórias s?o contadas. Veja os bastidores da produ??o dos curtas deste ano.

Explorando a express?o em movimento com o iPhone?17 Pro?Max

Enquanto seus colegas deixavam outras áreas para seguir carreira no cinema, Shreela Agarwal fez algo diferente. Ela se afastou do próprio cinema. Formada pelo Lasalle College of the Arts, em Singapura, Agarwal deixou o cinema de lado para perseguir o sonho de se tornar boxeadora. Competiu em nível nacional e conquistou o bronze.
Na época, pode ter parecido um momento perfeito — mas acabou sendo o fim de seu segundo ato. “Há dois anos, sofri uma les?o que encerrou minha carreira”, conta Agarwal. “E ent?o o cinema me trouxe de volta.”
Depois que um amigo falou sobre o programa MAMI Dimensions Mumbai, o espírito competitivo de Agarwal reacendeu. De forma apropriada, seu primeiro filme de retorno foi um documentário sobre boxe intitulado BMCLD. Desta vez, ela ganhou ouro.
Seu filme mais recente, 11.11 — “uma carta de amor a Mumbai à noite” — conta a história de duas mulheres em um primeiro encontro. No roteiro, as protagonistas caminham e dan?am sob as luzes da cidade e em praias pouco iluminadas, criando condi??es de ilumina??o desafiadoras.
“Nós testamos o iPhone?17 Pro?Max de uma forma muito única”, afirma Agarwal. A captura de dados em ProRes RAW permitiu que sua equipe aumentasse o ISO na pós-produ??o. O codec de alto desempenho oferece uma gama de cores mais ampla com processamento mínimo inicial. Seu maior alcance dinamico permitiu recuperar detalhes em cenas escuras, resultando em uma imagem significativamente mais clara e nítida em compara??o com o que o olho humano via no set. Ajustes de matiz e balan?o de branco também permitiram uniformizar as cores dos postes de luz e manter uma aparência natural.
Para cineastas iniciantes, os benefícios de filmar com o iPhone n?o s?o apenas estéticos — também s?o práticos, explica Agarwal: “Você n?o precisa daqueles refletores enormes que cineastas independentes dificilmente conseguiriam pagar.”
Inspirada pelo Tanztheater, uma fus?o expressionista de dan?a e teatro difundida pela coreógrafa alem? Pina Bausch, com 11.11 Agarwal precisava de acesso a uma gama completa de movimentos de camera. O iPhone?17 Pro?Max permitiu que ela se movesse junto aos atores, e, com a estabiliza??o interna do sistema de camera, ela conseguiu até subir em grandes rochas na praia ao lado deles.
“O dinamismo e o ritmo só s?o possíveis por causa do iPhone”, diz Agarwal. “A liberdade, em poucas palavras, n?o tem compara??o.”

Criando sequências oníricas atmosféricas com o modo Cinema

Ao crescer em Varanasi, uma das cidades continuamente habitadas mais antigas do mundo, Ritesh Sharma foi imerso em uma rica tradi??o de narrativas. Ele atribui suas origens no teatro de rua como base para sua transi??o para o cinema: “Como ator, percebi cedo o poder de conduzir o público.”
Sharma, cujo filme Jhini Bini Chadariya (The Brittle Thread) venceu o prêmio de Melhor Filme de Estreia no New York Indian Film Festival em 2021, descreve seu estilo como uma explora??o do espa?o entre verdade e fic??o. Sua obra no MAMI Select: Filmed on iPhone, She Sells Seashells, acompanha Maruti, uma jovem migrante rajastani de 17?anos que vende pequenos objetos na praia, e seu sonho de entrar em um restaurante sofisticado à beira-mar em Goa. Esse ato aparentemente simples se transforma em um estudo sobre dignidade nas m?os do diretor.
O iPhone?17 Pro?Max permitiu que Sharma levasse o público para mais perto do estado mental da protagonista. “Há sequências oníricas em que vemos o mundo interior de Maruti”, explica. “O modo Cinema nos permite alternar o foco entre a realidade dela e o que ela está sentindo.”
Ritesh Sharma e a equipe de “She Sells Seashells” filmam uma cena ao ar livre.

Eu me sentia como um estúdio em movimento. Durante a pré-produ??o, eu gravava tudo o que estava ouvindo com os microfones nativos do iPhone, transferia o arquivo e editava imediatamente no MacBook?Pro.

Ritesh Sharma, cineasta

O diretor de fotografia Ramananda Sarkar (à esquerda) e o cineasta Ritesh Sharma (ao fundo, à esquerda) enquadram uma cena com o iPhone 17 Pro Max durante as filmagens de She Sells Seashells em uma loca??o em Goa.
Seja filmando em meio às ondas do mar Arábico ou capturando o caos do carnaval de Goa, o design de som é essencial para Sharma. O recurso Mixagem de áudio no iPhone?17 Pro?Max permite destacar os sons de que ele precisa, reduzindo vento e ruído de fundo para criar um ambiente sonoro preciso.
“Eu me sentia como um estúdio em movimento”, diz ele. “Durante a pré-produ??o, eu gravava tudo o que estava ouvindo com os microfones nativos do iPhone, transferia o arquivo e editava imediatamente no MacBook?Pro.” No set e durante a pós-produ??o, sua equipe também usou o Sidecar para transformar o iPad?Pro em um segundo monitor para revisar a edi??o.
Sharma acredita que o iPhone n?o muda apenas a forma como o cinema é filmado, mas também como ele é consumido. “Se você assiste a conteúdo no iPhone, como muita gente costuma fazer no trajeto diário, ele preenche seu campo de vis?o, como no cinema”, diz ele sorrindo.

Superando os elementos com o modo A??o

Robin Joy relaciona sua carreira como cineasta ao coletivo de teatro local em Kerala. “Ao assistir aos filmes de Werner Herzog e Giuseppe Tornatore, percebi que tudo bem ser um pouco estranho ao contar histórias”, ri o formado pelo Film and Television Institute of India, que atuou como diretor associado e roteirista de diálogos em All We Imagine as Light, vencedor do Grand Prix no Festival de Cannes de 2024.
O curta de Joy para o MAMI Select: Filmed on iPhone, Pathanam (Paradise Fall), conta a história de um anjo que cai no quintal de um ateu, o que desencadeia um caos sociopolítico.
“Eu queria fazer esse filme há alguns anos, mas parecia ambicioso demais”, explica Joy, referindo-se às loca??es externas e às sequências de a??o. “O iPhone?17 Pro?Max mudou a forma como estamos abordando isso. Posso simplesmente travar e come?ar.”
A camara de vapor do iPhone?17 Pro?Max manteve o aparelho funcionando de forma estável durante toda a exigente rotina de filmagens das nove às cinco. O modo A??o manteve o enquadramento estável, mesmo quando a equipe era sacudida em um pequeno barco no meio de um lago. O MacBook?Pro acompanhou o ritmo da equipe durante longos dias no set e jornadas ainda mais longas na pós-produ??o. Um plano ambicioso de editar timelines pesadas em 4K, em vez de criar proxies menores, foi viabilizado pelo desempenho eficiente do M5.
Robin Joy e um colega observam atentamente um iPhone 17 Pro Max.
O diretor de fotografia Naseem Azad (à esquerda) e o cineasta Robin Joy usam o modo A??o no iPhone 17 Pro Max para manter o enquadramento estável.
Um set de filmagem mostra uma pessoa deitada em uma cama em um ambiente com pouca luz, com equipamentos de camera visíveis.
A camara de vapor do iPhone?17 Pro?Max manteve o aparelho funcionando de forma estável durante toda a intensa programa??o de filmagens de Pathanam (Paradise Fall).
A cena mais ambiciosa de Joy, que mostra o anjo abrindo as asas e retornando aos céus, aparece no final do filme. “Disseram que levaria três?meses”, conta. “Nós tínhamos três?semanas.”
Essa diferen?a foi superada com o rastreamento de máscara com tecnologia de IA no Adobe Premiere Pro, que permitiu a Joy inserir com precis?o o personagem com próteses na cena. Gra?as aos Neural?Accelerators na GPU do MacBook?Pro, o mascaramento de objetos é executado localmente no aparelho, com desempenho de IA e rastreamento muito mais rápidos.
Para Joy, a tecnologia fez com que filmar o desafiador Pathanam deixasse de parecer um ato de ousadia para se tornar um salto calculado de fé. “Poder capturar histórias cinematográficas com o iPhone, que está acessível no dia a dia, em vez de uma camera que você aluga ocasionalmente, permite que novos cineastas explorem muito mais possibilidades.”

Explorando ainda mais com zoom óptico de 8x

Pesquisadora de doutorado especializada em gênero e desenvolvimento, Dhritisree Sarkar chegou ao cinema a partir da economia. “Em vez de uma tese sobre o comportamento humano no dia a dia, estou contando a mesma história em um formato diferente”, afirma.
Filmado com o iPhone?7 durante o auge da pandemia de COVID, seu primeiro curta, Chhaddonam (Pen Name), acabou sendo adquirido pela MUBI. “A acessibilidade é importante para quem está come?ando”, diz ela. “A acessibilidade é importante para quem está come?ando”, diz ela. “Você pode simplesmente pegar o aparelho e filmar qualquer história que queira contar.”
Seu novo filme, Kathar Katha (The Tale of Katha), conta a história de uma apresentadora de telejornal diagnosticada com uma condi??o rara que progressivamente sela todos os seus orifícios externos, uma ideia que surgiu a partir de um momento pessoal. Sarkar relembra ter se olhado no espelho quando um pensamento inesperado surgiu: será que ela havia ficado em silêncio por tanto tempo que sua boca estava se fechando?
Durante os testes em que próteses selavam os olhos e a boca da atriz, a equipe de Sarkar usou o app Blackmagic Camera com Tentacle Sync para transformar o iPad?Pro em um monitor. Um silêncio tomou conta da equipe enquanto todos revisavam a atua??o em close. “A atriz passou por uma jornada emocional muito intensa ao ser privada de seus sentidos”, relembra Sarkar. “Quando vi as imagens, tive certeza de que o público também sentiria isso.”
Economista até no olhar, Sarkar vê o mundo micro pela lente macro. Ela aproxima o iPhone para capturar o reflexo de um luchi, p?o bengalês, inflando no olho de Katha como express?o de sua raiva crescente. O zoom óptico de 8x a 200 mm no iPhone 17 Pro Max também foi essencial para retratar a emo??o da personagem, diz Sarkar: “O trauma n?o está do lado de fora. Ele está dentro.”
A gramática visual do filme faz referência a uma gera??o de mulheres, incluindo a avó de Sarkar, que nunca deixaram as casas onde viviam, exceto no fim da vida. Para evocar essa época anterior, Sarkar e seu diretor de fotografia criaram uma estética de película ao capturar a máxima latitude com ProRes?RAW e Apple?Log?2, para depois levar o contraste e a granula??o da imagem ao limite na pós-produ??o.
Sarkar credita a tecnologias como o iPhone a democratiza??o do meio e a abertura de espa?o para novas narrativas. “Senti que tenho uma história para contar e tenho o iPhone”, diz ela. “Quando ninguém mais vai contar minha história, por que eu n?o deveria contar?”
Todos os quatro curtas já est?o disponíveis no canal do MAMI no YouTube.
Dibakar Banerjee e Dhritisree Sarkar est?o sentados à mesa, olhando para um MacBook Pro. Um iPhone 17 Pro Max está sobre a mesa ao lado deles.
O mentor Dibakar Banerjee (à direita) revisa cenas de Kathar Katha (The Tale of Katha) com Dhritisree Sarkar no MacBook Pro.
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